quarta-feira, 28 de março de 2012
EM TOMPOS
Em tempos bem antigos,
um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Naquele momento ele se escondeu
e ficou observando se alguém tiraria
a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos
do reino passaram por ali e simplesmente
deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo
que ele não mantia as estradas limpas,
mas nenhum deles tentou se quer remover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado
a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor,
ele finalmente, com muito jeito,
conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele voltou a pegar a sua carga de vegetais,
mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
Foi até ela e viu que a bolsa continha muitas moedas de ouro,
e um bilhete escrito pelo rei que dizia:
"Todo obstáculo contém uma oportunidade
para melhorarmos nossa condição..."
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UM POBRE E AFLITO VIAJOR♥
UM POBRE E AFLITO VIAJOR
Em noite horrivel, a chamar, Mesclada ao som do furacão,
Sua voz ouvindo o fui busca E dei-lhe abrigo e proteção.
Calor e roupas eu lhe dei Meu próprio leito lhe ofertei
no chão deitei-me a repousar E foi tão doce o meu sonhar.
5na estrada,um dia,o encontrei,Ferido e prestes a morrer;
Seu corpo e alma confortei, Cure-lhe as dores eosofrer.
Oculta dor que me afligia, Naquele instante eu não sentia
E nunca mais essa aflição, Tornou ferir meu coração.
6. na prisão, um dia,o vi chorar Sob o rigor da humana lei;
As torpes linguas fiz calar E sob escárnio honra lhe dei.
Por ele me pediu morrer Senti a carne,vil, tremer
Mas forte o espírito venceu E respondi-lhe:"Aque estou eu".
7.O estranho,então,se transformou Naquele instante e mesmo ali
As mãos e o me mostrou Meu Salvador reconheci.
Mau pobre nome ouvi chamar: "Tu que soubeste assim me amar,
Dando aos humildes teu amor, Vem para o gozo do Senhor".
Em noite horrivel, a chamar, Mesclada ao som do furacão,
Sua voz ouvindo o fui busca E dei-lhe abrigo e proteção.
Calor e roupas eu lhe dei Meu próprio leito lhe ofertei
no chão deitei-me a repousar E foi tão doce o meu sonhar.
5na estrada,um dia,o encontrei,Ferido e prestes a morrer;
Seu corpo e alma confortei, Cure-lhe as dores eosofrer.
Oculta dor que me afligia, Naquele instante eu não sentia
E nunca mais essa aflição, Tornou ferir meu coração.
6. na prisão, um dia,o vi chorar Sob o rigor da humana lei;
As torpes linguas fiz calar E sob escárnio honra lhe dei.
Por ele me pediu morrer Senti a carne,vil, tremer
Mas forte o espírito venceu E respondi-lhe:"Aque estou eu".
7.O estranho,então,se transformou Naquele instante e mesmo ali
As mãos e o me mostrou Meu Salvador reconheci.
Mau pobre nome ouvi chamar: "Tu que soubeste assim me amar,
Dando aos humildes teu amor, Vem para o gozo do Senhor".
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